Urbanização Areosa
Urbanização Areosa
Localização:
Areosa, Viana do Castelo, Portugal
Data:
2005-2019 (início proj.–fim de obra)
Cliente:
Particular
Tipo de uso:
Habitação
Arquitetura:
Valdemar Coutinho
Colaboração:
Hermenegildo Cruz
Fotografia:
João Morgado
O terreno da urbanização, de forma retangular e alongado, paralelo ao arruamento confrontante, está localizado no concelho de Viana do Castelo, freguesia de Areosa, norte de Portugal. Região com proximidade oceânica, de clima temperado com verão fresco e inverno moderado.
A Urbanização Areosa nasce de uma encomenda para desenhar um loteamento de casas em banda, para o qual estaria previsto a venda de lotes individualmente com um projeto tipo, mantendo desta forma a unidade do conjunto. Processo de gestão arquitetural que se tornou de alguma forma difícil e longo com especificidades próprias para cada lote, num período de vários anos.
Tendo na narrativa do projeto, o aproveitamento visual do belo cenário para o oceano Atlântico e para a paisagem rural do local, elevou-se 22 casas, em lotes individuais, cada uma com 4 pisos, em 4 blocos separados, desenhando assim um novo conjunto habitacional de destaque.
O efeito da relação do design das casas com o contexto do local e a relação do movimento do sol ao longo do dia, foram fatores-chave neste projeto, criando uma dinâmica própria. As molduras salientes nos alçados e claraboias na cobertura permitiram obter uma luz filtrada lindíssima e emoldurar intimamente a paisagem.
Nas fachadas viradas ao arruamento, foram criados conjuntos de elementos retangulares, soltos do plano principal, que permitissem quebrar estrategicamente a leitura repetida dos paralelepípedos dos lotes em banda. A quebra da monotonia proporcionou efeitos e condições de luz particularmente interessantes. Viradas ao mar, as fachadas poente apresentam vãos e varandas corridas em todo o comprimento de cada bloco.
Sobre um módulo estrutural de planta livre, criou-se uma organização espacial que permitisse combinar vários tipos de tipologias, T2, T3 ou T4.
No piso enterrado foram compartimentadas garagens e salas de apoio. As salas comuns estão voltadas ao mar para poente e as cozinhas a nascente para a rua e paisagem rural. Os quartos para ambos os lados e no último piso um escritório com terraços a nascente e a poente.
Cada casa permite uma variedade de leituras espaciais e contrastes diferentes sem alterar a unidade de conjunto.
Prémios:
2019 | Prémio de Prata no Muse Design Awards 2019 na categoria Architectural Design, Nova Iorque, EUA
2019 | Menção Honrosa no Urban Design & Architecture Design Awards na categoria Housing
2020 | Menção Honrosa no Architect of the Year Awards 2020 na categoria Housing Built
Localização:
Areosa, Viana do Castelo, Portugal
Data:
2005-2019 (início proj.–fim de obra)
Cliente:
Particular
Tipo de uso:
Habitação
Prémios:
+ 2019 | Prémio de Prata no Muse Design Awards 2019 na categoria Architectural Design, Nova Iorque, EUA
+ 2019 | Menção Honrosa no Urban Design & Architecture Design Awards na categoria Housing
+ 2020 | Menção Honrosa no Architect of the Year Awards 2020 na categoria Housing Built
Arquitetura:
Valdemar Coutinho
Colaboração:
Hermenegildo Cruz
Fotografia:
João Morgado
O terreno da urbanização, de forma retangular e alongado, paralelo ao arruamento confrontante, está localizado no concelho de Viana do Castelo, freguesia de Areosa, norte de Portugal. Região com proximidade oceânica, de clima temperado com verão fresco e inverno moderado.
A Urbanização Areosa nasce de uma encomenda para desenhar um loteamento de casas em banda, para o qual estaria previsto a venda de lotes individualmente com um projeto tipo, mantendo desta forma a unidade do conjunto. Processo de gestão arquitetural que se tornou de alguma forma difícil e longo com especificidades próprias para cada lote, num período de vários anos.
Tendo na narrativa do projeto, o aproveitamento visual do belo cenário para o oceano Atlântico e para a paisagem rural do local, elevou-se 22 casas, em lotes individuais, cada uma com 4 pisos, em 4 blocos separados, desenhando assim um novo conjunto habitacional de destaque.
O efeito da relação do design das casas com o contexto do local e a relação do movimento do sol ao longo do dia, foram fatores-chave neste projeto, criando uma dinâmica própria. As molduras salientes nos alçados e claraboias na cobertura permitiram obter uma luz filtrada lindíssima e emoldurar intimamente a paisagem.
Nas fachadas viradas ao arruamento, foram criados conjuntos de elementos retangulares, soltos do plano principal, que permitissem quebrar estrategicamente a leitura repetida dos paralelepípedos dos lotes em banda. A quebra da monotonia proporcionou efeitos e condições de luz particularmente interessantes. Viradas ao mar, as fachadas poente apresentam vãos e varandas corridas em todo o comprimento de cada bloco.
Sobre um módulo estrutural de planta livre, criou-se uma organização espacial que permitisse combinar vários tipos de tipologias, T2, T3 ou T4.
No piso enterrado foram compartimentadas garagens e salas de apoio. As salas comuns estão voltadas ao mar para poente e as cozinhas a nascente para a rua e paisagem rural. Os quartos para ambos os lados e no último piso um escritório com terraços a nascente e a poente.
Cada casa permite uma variedade de leituras espaciais e contrastes diferentes sem alterar a unidade de conjunto.























































