Urbanização Fonte da Pica

Urbanização Fonte da Pica

Localização:
Abelheira, Viana do Castelo, Portugal
Data:
2000-2009 (início proj.–fim de obra)
Promotor:
Empresa Particular
Tipo de uso:
Habitação, Comércio e Serviços
Arquitetura:
Valdemar Coutinho
Colaboração:
Sandra Neto
Valentim Pereira
Luís Carrilho
Especialidades:
Dinis Morais (Infraestruturas Hidráulicas)
João Meira de Sá (Infraestruturas Elétricas)
Dinis Morais (Fundações e Estruturas)
Dinis Morais (Comportamento Térmico)
Vitor Rego | Carlos Calheiros (Eletricidade e Telecomunicações)
José Ferreira (Arquitetura Paisagista)
Fotografia:
Valdemar Coutinho

Localizada numa área com declive, no extremo nordeste da cidade, perto do Convento de São Francisco do Monte, do Centro Hípico e do Estádio Municipal Manuela Machado, a área de intervenção de 27 600 m² foi alicerçada num projeto urbanístico, intencionalmente forte no conceito de regeneração e sustentabilidade urbanas.

A proposta elaborada foi estruturada no sentido de dar uma sequência à malha presente, destacando-se o loteamento anterior a Nascente e enquadrando os condicionalismos da rede viária existente.

O design urbano resultante integrou-se nas evidências patentes no local, respeitando a natureza, harmonizando-se com o meio ambiente circundante e com uma estratégia urbanística equilibrada. Fez-se uma intervenção complementada ao sítio, que respondeu também ao programa pretendido pelo cliente para o loteamento.

Tecnicamente deu-se continuidade ao eixo estruturante já patente a Sudeste. No sentido Nascente/Poente desenvolveu-se um conjunto de moradias em banda, que finalizou em três blocos coletivos em torno de uma praça. Praça essa que proporciona o convívio, apoiada por uma área comercial de intensa geometrização no seu desenho, na qual se salienta um elemento escultórico simbólico, que estabelece um diálogo com os utentes, criando uma identidade ao local, enquanto fator relevante estético e cultural.

Relativamente ao outro eixo, no sentido Sul/Norte, desenvolve-se de uma forma orgânica na mesma filosofia da configuração do tecido do terreno, um conjunto de casas geminadas, ritmadas, acompanhando a topografia e ladeadas por um espaço lúdico.

O conjunto edificado é essencialmente constituído por habitações unifamiliares de dois pisos e três blocos habitacionais, com um piso comercial em um deles.

Altimetricamente, o conjunto de volumes propõe cérceas de dois e três pisos, moldando-se à topografia do terreno.

Localização:
Abelheira, Viana do Castelo, Portugal
Data:
2000-2009 (início proj.–fim de obra)
Promotor:
Empresa Particular
Tipo de uso:
Habitação, Comércio e Serviços

Arquitetura:
Valdemar Coutinho
Colaboração:
Sandra Neto
Valentim Pereira
Luís Carrilho
Especialidades:
Dinis Morais (Infraestruturas Hidráulicas)
João Meira de Sá (Infraestruturas Elétricas)
Dinis Morais (Fundações e Estruturas)
Dinis Morais (Comportamento Térmico)
Vitor Rego | Carlos Calheiros (Eletricidade e Telecomunicações)
José Ferreira (Arquitetura Paisagista)
Fotografia:
Valdemar Coutinho

Localizada numa área com declive, no extremo nordeste da cidade, perto do Convento de São Francisco do Monte, do Centro Hípico e do Estádio Municipal Manuela Machado, a área de intervenção de 27 600 m² foi alicerçada num projeto urbanístico, intencionalmente forte no conceito de regeneração e sustentabilidade urbanas.

A proposta elaborada foi estruturada no sentido de dar uma sequência à malha presente, destacando-se o loteamento anterior a Nascente e enquadrando os condicionalismos da rede viária existente.

O design urbano resultante integrou-se nas evidências patentes no local, respeitando a natureza, harmonizando-se com o meio ambiente circundante e com uma estratégia urbanística equilibrada. Fez-se uma intervenção complementada ao sítio, que respondeu também ao programa pretendido pelo cliente para o loteamento.

Tecnicamente deu-se continuidade ao eixo estruturante já patente a Sudeste. No sentido Nascente/Poente desenvolveu-se um conjunto de moradias em banda, que finalizou em três blocos coletivos em torno de uma praça. Praça essa que proporciona o convívio, apoiada por uma área comercial de intensa geometrização no seu desenho, na qual se salienta um elemento escultórico simbólico, que estabelece um diálogo com os utentes, criando uma identidade ao local, enquanto fator relevante estético e cultural.

Relativamente ao outro eixo, no sentido Sul/Norte, desenvolve-se de uma forma orgânica na mesma filosofia da configuração do tecido do terreno, um conjunto de casas geminadas, ritmadas, acompanhando a topografia e ladeadas por um espaço lúdico.

O conjunto edificado é essencialmente constituído por habitações unifamiliares de dois pisos e três blocos habitacionais, com um piso comercial em um deles.

Altimetricamente, o conjunto de volumes propõe cérceas de dois e três pisos, moldando-se à topografia do terreno.