Sobre VCA
Valdemar Coutinho Arquitectos é um escritório de arquitetura, urbanismo, design e engenharia civil sediado em Viana do Castelo, Portugal. Fundado em 2001 por Valdemar Coutinho, o atelier estrutura‑se como uma prática multidisciplinar dedicada ao desenvolvimento de projetos para entidades públicas e privadas, orientados por princípios de racionalidade económica, sustentabilidade e elevado rigor técnico.
A nossa prática projetual nasce de uma leitura aprofundada do contexto físico, social e cultural onde cada intervenção se insere. Cada obra é concebida como um exercício de síntese entre programa, lugar e construção, estabelecendo um diálogo consciente com o território, seja através de uma integração subtil, seja por meio de uma rutura intencional e fundamentada, sempre apoiada por uma resposta técnica, ambiental e estética coerente. Procuramos desenvolver arquiteturas duráveis, claras na sua organização espacial e capazes de gerar valor para o cliente, para os construtores e para todos os agentes envolvidos no processo.
Paralelamente, a investigação contínua de materiais, sistemas construtivos e metodologias de projeto constitui um dos pilares centrais do atelier, permitindo‑nos enfrentar os desafios contemporâneos com rigor científico e sensibilidade crítica. Esta abordagem sustenta o nosso compromisso com o conforto ambiental, a eficiência energética e a qualidade do espaço habitado. Trabalhamos com exigência, responsabilidade e ambição, convictos de que a arquitetura é um instrumento transformador do edificado e do território, introduzindo luz, proporção e funcionalidade sem comprometer a excelência construtiva e conceptual.
O percurso do atelier integra um conjunto significativo de obras distinguidas por entidades de referência no panorama internacional da arquitetura e do design, amplamente divulgadas em publicações especializadas e em plataformas de prestígio no contexto global.

Valdemar Coutinho Arquitectos é um escritório de arquitetura, urbanismo, design e engenharia civil sediado em Viana do Castelo, Portugal. Fundado em 2001 por Valdemar Coutinho, o atelier estrutura‑se como uma prática multidisciplinar dedicada ao desenvolvimento de projetos para entidades públicas e privadas, orientados por princípios de racionalidade económica, sustentabilidade e elevado rigor técnico.
A nossa prática projetual nasce de uma leitura aprofundada do contexto físico, social e cultural onde cada intervenção se insere. Cada obra é concebida como um exercício de síntese entre programa, lugar e construção, estabelecendo um diálogo consciente com o território, seja através de uma integração subtil, seja por meio de uma rutura intencional e fundamentada, sempre apoiada por uma resposta técnica, ambiental e estética coerente. Procuramos desenvolver arquiteturas duráveis, claras na sua organização espacial e capazes de gerar valor para o cliente, para os construtores e para todos os agentes envolvidos no processo.

Paralelamente, a investigação contínua de materiais, sistemas construtivos e metodologias de projeto constitui um dos pilares centrais do atelier, permitindo‑nos enfrentar os desafios contemporâneos com rigor científico e sensibilidade crítica. Esta abordagem sustenta o nosso compromisso com o conforto ambiental, a eficiência energética e a qualidade do espaço habitado. Trabalhamos com exigência, responsabilidade e ambição, convictos de que a arquitetura é um instrumento transformador do edificado e do território, introduzindo luz, proporção e funcionalidade sem comprometer a excelência construtiva e conceptual.
O percurso do atelier integra um conjunto significativo de obras distinguidas por entidades de referência no panorama internacional da arquitetura e do design, amplamente divulgadas em publicações especializadas e em plataformas de prestígio no contexto global.

Valdemar Coutinho
Sócio-Fundador da Valdemar Coutinho Arquitectos
Licenciado em Arquitetura pela Escola Superior Artística do Porto, é membro efetivo da Ordem dos Arquitetos. Ainda enquanto estudante, foi selecionado em 1993 para integrar a exposição “Aprender e Ver – 10 Anos”, promovida pela ESAP, destacando-se desde cedo pela qualidade e maturidade do seu trabalho.
Em 2001 funda o atelier Valdemar Coutinho Arquitectos, em parceria com Adélia Santos, desenvolvendo projetos para encomendas públicas e privadas em diversas áreas da arquitetura. Em 2021, em nome do atelier, recebe pela Architizer A+Firm Awards uma Menção Especial na categoria Best of the Year – Small Firm, distinção que reforça a identidade e a consistência da prática desenvolvida.
A sua obra tem sido amplamente reconhecida a nível nacional e internacional. Em 2018 foi destacado pela revista londrina Wallpaper no artigo “Arquitetura de betão: a nossa seleção dos melhores”. No mesmo ano, recebeu o Prémio Construir para Melhor Projeto Público de Arquitetura. Entre diversas publicações, uma das suas obras foi selecionada para integrar o livro Brutalism Reinvented, de Agata Toromanoff, que reúne cinquenta projetos de todo o mundo representativos de uma nova abordagem aos princípios do brutalismo.
O seu trabalho tem sido publicado em múltiplas revistas, livros e plataformas especializadas, consolidando a presença do atelier no panorama contemporâneo da arquitetura e afirmando uma prática reconhecida pela qualidade, rigor e identidade formal.

Valdemar Coutinho
Sócio-Fundador da Valdemar Coutinho Arquitectos
Licenciado em Arquitetura pela Escola Superior Artística do Porto, é membro efetivo da Ordem dos Arquitetos. Ainda enquanto estudante, foi selecionado em 1993 para integrar a exposição “Aprender e Ver – 10 Anos”, promovida pela ESAP, destacando-se desde cedo pela qualidade e maturidade do seu trabalho.
Em 2001 funda o atelier Valdemar Coutinho Arquitectos, em parceria com Adélia Santos, desenvolvendo projetos para encomendas públicas e privadas em diversas áreas da arquitetura. Em 2021, em nome do atelier, recebe pela Architizer A+Firm Awards uma Menção Especial na categoria Best of the Year – Small Firm, distinção que reforça a identidade e a consistência da prática desenvolvida.
A sua obra tem sido amplamente reconhecida a nível nacional e internacional. Em 2018 foi destacado pela revista londrina Wallpaper no artigo “Arquitetura de betão: a nossa seleção dos melhores”. No mesmo ano, recebeu o Prémio Construir para Melhor Projeto Público de Arquitetura. Entre diversas publicações, uma das suas obras foi selecionada para integrar o livro Brutalism Reinvented, de Agata Toromanoff, que reúne cinquenta projetos de todo o mundo representativos de uma nova abordagem aos princípios do brutalismo.
O seu trabalho tem sido publicado em múltiplas revistas, livros e plataformas especializadas, consolidando a presença do atelier no panorama contemporâneo da arquitetura e afirmando uma prática reconhecida pela qualidade, rigor e identidade formal.

Adélia Santos
Sócia da Valdemar Coutinho Arquitectos
Licenciada em Ciências Históricas – Ramo Património pela Universidade Portucalense e pós-graduada em Museologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Adélia Santos possui uma vasta experiência dedicada ao estudo, valorização e salvaguarda do património cultural, com particular incidência no património construído.
Enquanto sócia da Valdemar Coutinho, Arquitetos, tem colaborado em projetos de reabilitação arquitetónica de edifícios históricos, desenvolvendo estudos históricos e patrimoniais que sustentam intervenções de conservação, restauro e reconversão funcional. A sua atuação abrange a análise documental, levantamento histórico-arquitetónico, diagnóstico patrimonial, enquadramento normativo e elaboração de pareceres especializados.
Tem assegurado a coordenação editorial de diversas publicações sobre história e património, e coordenou vários projetos museológicos, assumindo também funções de direção técnica. É autora de vários estudos de história local e coautora, com o fotógrafo Alfredo Cunha, do livro A Bênção dos Animais em Santo António de Mixões da Serra.
Desenvolveu e coordenou projetos culturais cofinanciados por fundos europeus.
Participa regularmente como oradora e moderadora em iniciativas dedicadas ao património cultural e tem sido curadora de diversas exposições.

Adélia Santos
Sócia da Valdemar Coutinho Arquitectos
Licenciada em Ciências Históricas – Ramo Património pela Universidade Portucalense e pós-graduada em Museologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, Adélia Santos possui uma vasta experiência dedicada ao estudo, valorização e salvaguarda do património cultural, com particular incidência no património construído.
Enquanto sócia da Valdemar Coutinho, Arquitetos, tem colaborado em projetos de reabilitação arquitetónica de edifícios históricos, desenvolvendo estudos históricos e patrimoniais que sustentam intervenções de conservação, restauro e reconversão funcional. A sua atuação abrange a análise documental, levantamento histórico-arquitetónico, diagnóstico patrimonial, enquadramento normativo e elaboração de pareceres especializados.
Tem assegurado a coordenação editorial de diversas publicações sobre história e património, e coordenou vários projetos museológicos, assumindo também funções de direção técnica. É autora de vários estudos de história local e coautora, com o fotógrafo Alfredo Cunha, do livro A Bênção dos Animais em Santo António de Mixões da Serra.
Desenvolveu e coordenou projetos culturais cofinanciados por fundos europeus.
Participa regularmente como oradora e moderadora em iniciativas dedicadas ao património cultural e tem sido curadora de diversas exposições.

Hermenegildo Cruz
Formado em Mecânica, destaca‑se pela sólida base técnica e pela precisão no desenho técnico, competências que aplica com rigor e sentido crítico.
Ao longo do seu percurso, desenvolveu um interesse consistente pela arquitetura, o que lhe confere uma visão mais ampla sobre estruturas, funcionalidade e estética no contexto dos projetos.
Possui formação em CAD (Computer-Aided Design), BIM (Building Information Modeling) e QS (Quantity Surveying), sendo movido por curiosidade e iniciativa própria, tornou‑se autodidata em diversos softwares de modelação e renderização. Esta atitude revela não apenas versatilidade, mas também uma necessidade contínua de evolução, procura constantemente novas ferramentas e conhecimentos que lhe permitam crescer e adaptar‑se a desafios cada vez mais exigentes.

Hermenegildo Cruz
Formado em Mecânica, destaca‑se pela sólida base técnica e pela precisão no desenho técnico, competências que aplica com rigor e sentido crítico.
Ao longo do seu percurso, desenvolveu um interesse consistente pela arquitetura, o que lhe confere uma visão mais ampla sobre estruturas, funcionalidade e estética no contexto dos projetos.
Possui formação em CAD (Computer-Aided Design), BIM (Building Information Modeling) e QS (Quantity Surveying), sendo movido por curiosidade e iniciativa própria, tornou‑se autodidata em diversos softwares de modelação e renderização. Esta atitude revela não apenas versatilidade, mas também uma necessidade contínua de evolução, procura constantemente novas ferramentas e conhecimentos que lhe permitam crescer e adaptar‑se a desafios cada vez mais exigentes.
Prémios e Distinções
Ao longo do seu percurso, o atelier tem sido amplamente reconhecido em Portugal e no estrangeiro, reunindo um conjunto expressivo de prémios, nomeações e distinções editoriais que testemunham a consistência, a ambição e a qualidade da sua prática arquitetónica.
Em 2011, o atelier vence o concurso para a requalificação do Mercado Municipal de Seia. Em 2016, a obra Mordoma Guest House é selecionada para as Jornadas de Reabilitação Urbana de Viana do Castelo, sublinhando a relevância do trabalho desenvolvido no domínio da reabilitação.
O reconhecimento internacional intensifica‑se em 2018, ano em que o atelier é distinguido no Architecture Master Prize, em Los Angeles, e recebe o prémio de Melhor Projeto Público de Arquitetura nos Prémios Construir, em Lisboa, com o Pavilhão do Atlântico. Nesse mesmo ano, a revista Wallpaper destaca o atelier no artigo “Arquitetura de betão: a nossa seleção dos melhores”, reforçando a projeção mediática da sua obra.
Em 2019, o atelier é finalista dos Architizer A+Awards em duas categorias – Recreation Centers e Architecture + Concrete – e vence os Iconic Awards | German Design Council, na categoria Innovative Architecture, em Frankfurt. Nesse ano, é ainda nomeado para o Prémio do Ano do ArchDaily Brasil. A nível internacional, recebe também o Muse Design Awards, em Nova Iorque: prata em 2019 com a Urbanização Areosa e novamente em 2020 com a Casa das Gárgulas.
Em 2021, o atelier obtém Menção Especial nos Architizer A+Firm Awards, na categoria Best of the Year – Small Firm, e Menção Honrosa no Golden Trezzini Awards, em São Petersburgo, Rússia.
A obra do atelier tem igualmente sido reconhecida em curadorias e publicações de referência. O Pavilhão do Atlântico é selecionado pela plataforma Gooood como uma das 15 obras portuguesas de destaque entre 2016 e 2019. Em 2018, a revista Dezeen inclui o projeto no Top 10 dos melhores estádios e centros desportivos do ano. Em 2021, o atelier integra a seleção das cinquenta obras internacionais representativas de uma nova abordagem ao brutalismo no livro “Brutalism Reinvented”, de Agata Toromanoff, editado pela Prestel.
Em 2025, o atelier Valdemar Coutinho Arquitectos é distinguido pela Architizer entre os 30 melhores ateliers de arquitetura e design em Portugal, reforçando a sua posição no panorama nacional. No mesmo ano, é finalista dos Prémios Espaço 25 – Prémios Nacionais de Arquitetura, na categoria de Reabilitação Arquitetónica, consolidando a relevância e a maturidade da sua prática.
Prémios e Distinções
Ao longo do seu percurso, o atelier tem sido amplamente reconhecido em Portugal e no estrangeiro, reunindo um conjunto expressivo de prémios, nomeações e distinções editoriais que testemunham a consistência, a ambição e a qualidade da sua prática arquitetónica.
Em 2011, o atelier vence o concurso para a requalificação do Mercado Municipal de Seia. Em 2016, a obra Mordoma Guest House é selecionada para as Jornadas de Reabilitação Urbana de Viana do Castelo, sublinhando a relevância do trabalho desenvolvido no domínio da reabilitação.
O reconhecimento internacional intensifica‑se em 2018, ano em que o atelier é distinguido no Architecture Master Prize, em Los Angeles, e recebe o prémio de Melhor Projeto Público de Arquitetura nos Prémios Construir, em Lisboa, com o Pavilhão do Atlântico. Nesse mesmo ano, a revista Wallpaper destaca o atelier no artigo “Arquitetura de betão: a nossa seleção dos melhores”, reforçando a projeção mediática da sua obra.
Em 2019, o atelier é finalista dos Architizer A+Awards em duas categorias – Recreation Centers e Architecture + Concrete – e vence os Iconic Awards | German Design Council, na categoria Innovative Architecture, em Frankfurt. Nesse ano, é ainda nomeado para o Prémio do Ano do ArchDaily Brasil. A nível internacional, recebe também o Muse Design Awards, em Nova Iorque: prata em 2019 com a Urbanização Areosa e novamente em 2020 com a Casa das Gárgulas.
Em 2021, o atelier obtém Menção Especial nos Architizer A+Firm Awards, na categoria Best of the Year – Small Firm, e Menção Honrosa no Golden Trezzini Awards, em São Petersburgo, Rússia.
A obra do atelier tem igualmente sido reconhecida em curadorias e publicações de referência. O Pavilhão do Atlântico é selecionado pela plataforma Gooood como uma das 15 obras portuguesas de destaque entre 2016 e 2019. Em 2018, a revista Dezeen inclui o projeto no Top 10 dos melhores estádios e centros desportivos do ano. Em 2021, o atelier integra a seleção das cinquenta obras internacionais representativas de uma nova abordagem ao brutalismo no livro “Brutalism Reinvented”, de Agata Toromanoff, editado pela Prestel.
Em 2025, o atelier Valdemar Coutinho Arquitectos é distinguido pela Architizer entre os 30 melhores ateliers de arquitetura e design em Portugal, reforçando a sua posição no panorama nacional. No mesmo ano, é finalista dos Prémios Espaço 25 – Prémios Nacionais de Arquitetura, na categoria de Reabilitação Arquitetónica, consolidando a relevância e a maturidade da sua prática.
Entre a Ideia e a Matéria: Uma Prática de Rigor e Clareza
A nossa prática desenvolve‑se na interseção entre arte, técnica e racionalidade económica, entendendo a arquitetura como um campo onde estas dimensões se articulam de forma equilibrada. Os espaços que concebemos respondem às transformações do mundo contemporâneo através de soluções ajustadas a programas específicos, a diferentes escalas de investimento e a contextos geográficos frequentemente diversos. Desde a génese conceptual até à materialização em obra, procuramos afirmar uma linguagem depurada e intemporal, capaz de conciliar funcionalidade, rigor construtivo e uma estética serena.
A nossa abordagem à arquitetura assenta numa compreensão atenta do lugar, das suas dinâmicas e das relações que estabelece com quem o habita. Cada projeto é desenvolvido como uma resposta consciente às características físicas, sociais e culturais do contexto, procurando articular programa, território e construção de forma equilibrada. Esta relação traduz‑se em soluções que podem assumir uma integração subtil ou uma afirmação mais marcada, sempre sustentadas por critérios técnicos, ambientais e estéticos rigorosos. Valorizamos a clareza espacial, a durabilidade e a capacidade de cada obra gerar benefícios reais para o cliente e para todos os intervenientes no processo.
Simultaneamente, mantemos uma investigação contínua sobre materiais, tecnologias e métodos de conceção, entendendo esta prática como um instrumento essencial para enfrentar os desafios contemporâneos. Este trabalho permanente alimenta o nosso compromisso com o conforto ambiental, a eficiência energética e a qualidade do espaço construído. Atuamos com exigência e responsabilidade, convictos de que a arquitetura tem um papel transformador no território, introduzindo luz, proporção e funcionalidade sem abdicar da consistência conceptual e da excelência construtiva.
Entre a Ideia e a Matéria: Uma Prática de Rigor e Clareza
A nossa prática desenvolve‑se na interseção entre arte, técnica e racionalidade económica, entendendo a arquitetura como um campo onde estas dimensões se articulam de forma equilibrada. Os espaços que concebemos respondem às transformações do mundo contemporâneo através de soluções ajustadas a programas específicos, a diferentes escalas de investimento e a contextos geográficos frequentemente diversos. Desde a génese conceptual até à materialização em obra, procuramos afirmar uma linguagem depurada e intemporal, capaz de conciliar funcionalidade, rigor construtivo e uma estética serena.
A nossa abordagem à arquitetura assenta numa compreensão atenta do lugar, das suas dinâmicas e das relações que estabelece com quem o habita. Cada projeto é desenvolvido como uma resposta consciente às características físicas, sociais e culturais do contexto, procurando articular programa, território e construção de forma equilibrada. Esta relação traduz‑se em soluções que podem assumir uma integração subtil ou uma afirmação mais marcada, sempre sustentadas por critérios técnicos, ambientais e estéticos rigorosos. Valorizamos a clareza espacial, a durabilidade e a capacidade de cada obra gerar benefícios reais para o cliente e para todos os intervenientes no processo.
Simultaneamente, mantemos uma investigação contínua sobre materiais, tecnologias e métodos de conceção, entendendo esta prática como um instrumento essencial para enfrentar os desafios contemporâneos. Este trabalho permanente alimenta o nosso compromisso com o conforto ambiental, a eficiência energética e a qualidade do espaço construído. Atuamos com exigência e responsabilidade, convictos de que a arquitetura tem um papel transformador no território, introduzindo luz, proporção e funcionalidade sem abdicar da consistência conceptual e da excelência construtiva.



































































